Lisa Schroeder: Resenha e Entrevista



Olá leitoras e leitores do Guria que Lê! Aqui é a Miin e hoje venho pra postar pra vocês mais uma entrevista com uma autora suuuuper especial pra mim, uma das minhas favoritas: Lisa Schroeder. Além disso, pra complementar, uma resenha que a Rê escreveu muuuuuuito tempo atrás de um dos meus livros favoritos da autora.

A Lisa escreveu livros como The Day Before, Chasing Brooklyn, I Heart You, You Haunt Me, entre outros, e a Underworld já tem os direitos de um de seus livros.
Apesar da correria -ela está terminando de escrever um livro e se preparando para uma viagem- Lisa aceitou nos conceder esta pequena entrevista. Espero que vocês curtam tanto quanto eu!



Resenha de I Heart You, You Haunt Me


Imagine perder o cara que você ama, sofrer com sua morte e depois descobrir que ele voltou por ti... Assim é I Heart You, You Haunt Me, de Lisa Schroeder, um romance perfeito e muito emocionante.







Sinopse:
Garota conhece garoto.
Garota perde o garoto.
Garota tem garoto de volta ...
... ou não.
Ava não pode vê-lo ou tocá-lo, a menos que ela está sonhando. Ela não pode ouvir sua voz, exceto os sussurros em sua mente. A maioria pensaria que ela está louca, mas ela sabe que ele está aqui.
Jackson. Ava pensou que ela iria passar o resto de sua vida com ele. Ele está de volta dos mortos, como prova de que o amor realmente não conhece limites.






Fazendo uso de romance trágico, Lisa conta a história de Ava após a morte de seu namorado Jackson. A história inicia com o funeral de Jackson e como Ava reage diante desse acontecimento. Diversos flashbacks durante o livro contam como foi o relacionamento dos dois, suas aventuras e discussões. E ao longo da história, as emoções de Ava estão à flor da pele.

O livro é escrito em versos, o primeiro livro que li desse tipo. A escrita é tão perfeita, que te prende ao livro, sendo impossível largá-lo antes de lê-lo até o final. Algo que consegui fazer em menos de três horas – meu recorde!

A trilha sonora do livro é um plus à história. Normalmente não leio escutando música, mas abri uma exceção para I Heart You, You Haunt Me. Ainda bem! O livro ficou mais perfeito ao som de Eric Clapton, 3 Doors Down e Evanescence. Não posso afirmar qual música é a melhor para o livro, mas Here By Me¹ é memorável e transmitiu todos os sentimentos passados pelos versos. Enfim, completou o livro!

Esse livro é a prova de que o amor verdadeiro vence qualquer barreira!


O livro ainda não foi lançado no Brasil, mas para quem tem um domínio básico de inglês, é uma ótima dica. A editora Underworld já tem os direitos, mas não temos previsão do lançamento.


¹Aqui é a Miin se metendo pra dizer: Concordo demais! Here By Me é uma música que vai sempre estar associada com IHYYHM!



Entrevista com a autora


 1. Como foi seu primeiro contato com literatura em ambas as posições de autora e leitora? Teve algum fator que te fez querer escrever, e quando você descobriu esta paixão?
Eu comecei a escrever seriamente, pra publicação, mais ou menos 10 anos atrás. Eu sempre gostei de escrever, mas não foi até que pensasse em fazer algo que fosse me fazer sentir como se estivesse contribuindo com algo bom para o mundo que eu comecei a escrever seriamente. Escrevi por vários anos e recebi centenas de cartas de rejeição ate´que finalmente escrevi um livro que fosse bom o suficiente para ser publicado. Estou feliz agora por aqueles primeiros livros não terem sido publicados, já que não eram bons o suficiente. I HEART YOU, YOU HAUNT ME foi meu primeiro livro publicado e foi muito bem recebido, o que me fez feliz.

2. Seus jovem-adultos são muito emocionails, lidando com problemas de família, culpa, e amor perdido. Como você  decidiu usar fatores sobrenaturais pra explorar estes assuntos tão delicados?
Dois de meus livros tem fantasmas e um deles tem o que pode ser pensado como um anjo,. Eu penso em meus livros como ficção realista com um toque de sobrenatural. Escrevi I HEART YOU depois de ter um sonho sobre uma garota que perdeu o namorado e ele a amava tanto, que não quis deixá-la. Eu acordei com essa forte sensação de amor e pensei, e se eu escrevesse um livro sobre uma garota que não estivesse assustada por um fantasma a estar visitando, mas agradecida, porque isso significava que ele ainda estava com ela? Exceto que, ela eventualmente percebe, talvez não seja tão bom assim no fim das contas.
Eu não acho que tenha sido uma decisão consciente escrever sobre fantasmas e anjos, é só aonde a história me levou.

3. Muitos autores tem pequenos hábitos e manias que eles sempre repetem antes ou durante o processo de criação. Pode nos contar um pouco sobre os seus, se tiver algum?
Bem, eu checo o twitter e o facebook mais frequentemente do que deveria, e gosto de beber chá, o que me faz querer comer biscoitos, e se eu não tiver nenhum, eu decido que talvez deveria assar alguns. Me distraio muito facilmente enquanto escrevo, e eu queria ter mais dias em que mergulho na história. De vez em quando isso acontece, mas não muito frequentemente.
Não consigo pensar em mais nada - eu tento escrever minhas 1000 palavras por dia quando estou escrevendo para que eu tenha tempo de fazer todas as outras coisas que preciso fazer, como lavar roupas e fazer compras ou centenas de outras coisas.

4. Em geral, para nós brasileiros, o cenário de publicação internacional não é bem conhecido e muitos ainda o consideram mais fácil que sua contraparte brasileira. Que impressões do caminho que você trilhou do primeiro momento em que tentou publicar seus livros até o reconhecimento que tem agora?
O caminho tradicional para a publicação não é fácil. Eu sei que várias pessoas são frustradas por quão devagar é, como agentes e editores são são as histórias que vão levar pra frente e tudo mais. O mercado jovem-adulto está especialmente cheio agora. E enquanto ter muitos livros dos quais escolher é bom, pode também ferir autores menos famosos como eu, porque às vezes livrarias não pegam meu livro porque não tem espaço nas estantes. Eu acho que as pessoas tem que entender que quando uma história e rejeitada, não é pessoal, é só baseado no que está vendendo no momento e editoras procurando livros que elas acham que os outros vão querer ler -algo que chame atenção e não seja o mesmo que todo o resto da estante.
O mercado está mudando enquanto mais e mais pessoas tentam a rota da auto-publicação. Vai ser interessante ver o que acontece nos próximos cinco anos.
Eu acho que estou satisfeira com o caminho que segui. Quero dizer, às vezes eu queria ter escrito grande blockbusters que vendessem para 20 países e fossem bestsellers, mas isso não aconteceu. Eu sou capaz de fazer o que amo e viver disso, então sou muito agradecida.

5. Uma editora brasileira já tem os direitos para publicação de I HEART YOU, YOU HAUNT ME. Então, gostaríamos de saber quais são suas expectativas para a publicação dele aqui?  Tem algo que gostaria de dizer a seus leitores brasileiros?
Eu não escutei nada recentemente sobre a Editora Underworld publicar o livro. Espero que ainda planejem em fazê-lo, mas não está mais em minhas mãos. Nós teremos que esperar pra ver.
Sobre os leitores brasileiros, obrigada pelo apoio e espero que um dia I HEART YOU, YOU HAUNT ME esteja disponível em seu país para que comprem e aproveitem!



E então, que acharam? Já leram algo da Lisa? Se sim, quais livros? Comentem!

3 comentários:

Mireliinha disse... [Responder comentário]

Essa história parece ser tão linda! *-* Fiquei suspirando do lado de cá!
E adorei a entrevista!

:*
Mi
Inteiramente Diva

Maíra K. disse... [Responder comentário]

A capa é belíssima, espero que a história seja tão bela quanto a capa! *-*

Vulcka disse... [Responder comentário]

Adoro romances "impossíveis"! Adorei a ideia de começar a história com um funeral, apesar de não saber como será o desenvolvimento do livro. Pena que a leitura em versos não me atrai. =/

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